A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e
Turismo (CNC) projeta um crescimento de 5,2% nas vendas do varejo.


“Estamos apostando em um crescimento maior para o ano que vem
porque a expectativa em relação à economia capturada pelo relatório Focus é de
um crescimento do PIB superior a 2%. Como o consumo das famílias é o principal
agregado na formação do número, se o PIB vai crescer, o consumo tem que
acompanhar esse ritmo”, explica Fabio Bentes, chefe da divisão econômica da
Confederação.
Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e
Consumo (SBVC), apresenta projeção similar à da CNC. Para ele, o comércio deve
registrar crescimento real de 4 a 6% em 2019 – “mais para 6% do que para 4%”,
afirma.
No Sebrae, a expectativa para 2019 também é positiva.
Guilherme Afif Domingos, diretor-presidente da entidade, analisa que o comércio
e o serviço devem puxar a reação da economia no próximo ano, levados por uma melhora
na expectativa do consumidor. “Isso se reflete diretamente no comércio. Quando
ele começa a reagir, melhora também a indústria”, avalia.
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido mensalmente
pelo FGV IBRE, aponta para a mesma direção. O número atingiu, em novembro, seu
maior patamar desde julho de 2014.
E o reflexo deve ser positivo também no emprego. A CNC estima
que o destravamento de investimentos represados no período de incerteza será
importante na geração de milhares de vagas também no comércio.
Quem está pensando em abrir ou ampliar
seu negócio no setor em 2019 precisa lembrar que o cenário positivo também
aumenta a saturação do mercado. “Tem oportunidade, mas, com menos barreiras,
tem também mais concorrência”, avalia Marcelo Aidar, coordenador do curso de
Empreendedorismo e Criação de Novos Negócios do FGV Tec.
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“Deem graças ao Senhor porque ele é bom; o seu amor dura
para sempre.”
(Salmos 107:1)


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